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| Ogãs André Luiz Guerra, Jader da Silva Sampaio, Ricardo Augusto Mendes dos Santos e Eduardo Rodrigues da Silva, da casa Ilê Ashé Tobi Odé Karê Igbo. Crédito: Gilmar Rhodrigues e Max Olsen |
Documentário que homenageia os guardiões
da tradição nas religiões de matriz africana ganhou exibição na Cinemateca da
cidade.
A produção Ogã:
o Toque para o Santo, com direção, produção e roteiro de Helena Bastos,
teve sua estreia aberta ao público na Cinemateca de Curitiba no último dia 1º
de julho. O documentário foi aplaudido por todos os presentes.
O filme
destaca a importância dos ogãs na preservação da ancestralidade, da cultura
afro-brasileira e da espiritualidade dos povos de terreiro. E mais: apresenta ainda
um olhar sensível sobre a missão dos ogãs, homens escolhidos para exercer uma
das funções mais importantes dentro das religiões de matriz africana.
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| Ogã Edson Soares (Dedo) e Pai Marcus Vinicius Ribas Muzzillo-Toluande, da casa Ilê Asé Egunoia. Crédito: Gilmar Rhodrigues e Max Olsen |
Com gravações realizadas em importantes casas de axé de Curitiba (Ilê Ashé Tobi Odé Karê Igbo, Ilê Asé Yemanjá Ogunté e Ilê Asé Egunoia), a obra reuniu lideranças religiosas e ogãs que compartilharam suas histórias, vivências e saberes.
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| Da casa Ilê Asé Yemanjá Ogunté, a foto da Mãe Silvialice Nascimento Diniz. Crédito: Gilmar Rhodrigues e Max Olsen |
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| Da casa Ilê Ashé Tobi Odé Karê Igbo, foto da Mãe Josianne D’Agostini. Crédito: Gilmar Rhodrigues e Max Olsen |




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